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Novidade Quetzal | A Ilíada de Homero Adaptada para Jovens, de Frederico Lourenço

Título: A Ilíada de Homero Adaptada para Jovens
Autor: Frederico Lourenço
Pág.: 288
Data de Lançamento: 05.07.2019
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«Feita a adaptação para jovens da Odisseia de Homero, que saiu em 2005 e atraiu o interesse de um número alargado de leitores, colocou-se-me naturalmente a possibilidade de fazer uma adaptação semelhante da Ilíada», explica Frederico Lourenço no posfácio do livro A Ilíada de Homero adaptada para jovens, que ficou disponível desde sexta-feira, 5 de julho, em todas as livrarias. Com os desenhos originais de Richard de Luchi. A Ilíada, de Homero, é um canto de sangue e lágrimas, o mais belo texto épico da tradição ocidental. É o primeiro livro da literatura europeia e, ainda hoje, no século XXI, mantém inalterada a sua capacidade de comover e perturbar. «A Ilíada exerce sobre o leitor uma espécie de pedagogia: as cores garridas e sangrentas com que o sofrimento humano é pintado servem para que afinemos o nosso próprio diapasão interior; servem para nos mostrar a loucura dos desejos humanos, ao mesmo tempo que a forma poética, por meio da qual esses desejos nos são veiculados, nos permite vislumbrar aquilo que faz da vida um percurso que, afinal, vale a pena enfrentar: a capacidade que a palavra poética tem de fazer sentido de tudo isto», escreve Frederico Lourenço, cujo trabalho de adaptação consistiu «essencialmente no corte de alguns episódios».

Sobre o tradutor: Ensaísta, tradutor, ficcionista e poeta, Frederico Lourenço nasceu em Lisboa, em 1963, e é atual- mente professor associado com agregação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e membro do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da mesma instituição. Foi docente, entre 1989 e 2009, da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Línguas e Literaturas Clássicas (1988) e se doutorou em Literatura Grega (1999) com uma teses sobre Eurípides, orientada por Victor Jabouille (Lisboa) e James Diggle (Cambrigde). Publicou artigos sobre Filologia Gregas nas mais prestigiadas revistas internacionais (Classical Quarterly e Journal of Hellenic Studies) e, além da Ilíada, que agora se reedita, traduziu também a Odisseia de Homero, bem como um volume de poesia grega, tragédias de Sófocles e de Eurípides, e peças de Goethe, Schiller e Arthur Schnitzler. No domínio da ficção, é autor de Pode Um Desejo Imenso (2002). Na poesia, é autor de Santo Asinha e Outros Poemas e de Clara Suspeita de Luz. Publicou ensaios como O Livro Aberto: Leituras da Bíblia, Grécia Revisitada, Estética da Dança Clássica e Novos Ensaios Helénicos e Alemães (Prémio PEN Clube de Ensaio 2008). Recebeu ainda prémios PEN Clube Primeira Obra (2002), Prémio D. Diniz da Casa de Mateus (2003), Grande Prémio de Tradução (2003), Prémio Europa David Mourão-Ferreira (2006). Em 2016 iniciou na Quetzal a publicação dos seis volumes da sua tradução da Bíblia – que lhe valeu o Prémio Pessoa – e, em 2019, publicou uma Nova Gramática do Latim.


Sobre Célia

Tenho 37 anos e adoro ler desde que me conheço. O blogue Estante de Livros foi criado em Julho de 2007, e nasceu da minha vontade de partilhar as opiniões sobre o que ia lendo. Gosto de ler muitos géneros diferentes. Alguns dos favoritos são fantasia, romances históricos, policiais/thrillers e não-ficção.