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Novidade Temas e Debates | Uma Furtiva Lágrima, de Nélida Piñon

Título: Uma Furtiva Lágrima
Autor: Nélida Piñon
Pág.: 296
Data de Lançamento: 01.02.2019
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Uma Furtiva Lágrima é o novo livro da autora brasileira Nélida Piñon, que chegou às livrarias na sexta-feira, dia 1 de fevereiro. Este livro, que reúne pensamentos, reflexões, memórias, aforismos e confissões, é o primeiro publicado após a autora ter sido distinguida com o Prémio Vergílio Ferreira 2019. Uma Furtiva Lágrima trata-se de uma narrativa de impressões sobre a vida e a morte, sobre as relações humanas, o amor, a paixão, a pertença, num exercício literário de rara beleza. O lançamento do livro terá lugar no dia 20 de fevereiro, às 17h00, na Sala dos Atos do Cine- Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim, integrado no festival literário Correntes d’Escritas. Será apresentado pela igualmente escritora Leonor Xavier. Segundo a autora, «Escrever é o que sei fazer. Narrar me insere na corrente sanguínea do humano e me assegura que assim prossigo na contagem dos minutos da vida alheia. Pois nada deve ser esquecido, deixado ao relento. Há que pinçar a história dos sentimentos a partir da perplexidade sentida pelo homem que na solidão da caverna acendeu o primeiro fogo.» Nélida Piñon, de 81 anos, tem a sua extensa produção literária traduzida em diversas línguas, tendo sido distinguida com numerosos galardões ao longo da sua carreira de escritora.

Sinopse: A língua portuguesa numa escrita luminosa, num livro de memórias na linha de Livro das Horas. Uma narrativa de impressões sobre a vida e a morte, sobre as relações humanas, o amor, a paixão, a pertença, num exercício literário de rara beleza. Uma Furtiva Lágrima reúne pensamentos, reflexões, memórias, aforismos e confissões.

Sobre a autora: Nélida Piñon nasceu em 1937 no Rio de Janeiro, numa família originária da Galiza. Formou-se em Jornalismo em 1956 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Colaborou em vários jornais e revistas literários e foi correspondente no Brasil da revista Mundo Nuevo, de Paris. Publicou o seu primeiro romance, Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo, em 1961. Professora catedrática da Universidade de Miami desde 1990 e doutor honoris causa das universidades de Santiago de Compostela, Rutgers e Montreal, entre outras, foi a primeira mulher a presidir à Academia Brasileira de Letras em 1996. Desde 2004 é membro da Academia das Ciências de Lisboa. A sua extensa produção literária, traduzida em diversas línguas, foi distinguida com numerosos galardões, entre os quais o Prémio Walmap (1969) pela novela Fundador; o Prémio Mário de Andrade (1972) por A Casa da Paixão; o Prémio Internacional Juan Rulfo de Literatura Latino-Americana e do Caribe (México, 1995); o Prémio da Associação Paulista dos Críticos de Arte e o Prémio Ficção Pen Clube, ambos em 1985, pelo romance A República dos Sonhos; o Prémio Iberoamericano de Narrativa Jorge Isaacs (Colômbia, 2001); o Prémio Rosalía de Castro (Espanha, 2002); o Prémio Internacional Menéndez Pelayo (Espanha, 2003); o Prémio Jabuti para o melhor romance (Brasil, 2005) por Vozes do Deserto; e o Prémio Literário Casa de las Americas (Cuba, 2010) por Aprendiz de Homero. Em 2005 recebeu o importante Prémio Príncipe de Astúrias das Letras pelo conjunto da sua obra, o primeiro escritor de língua portuguesa a consegui-lo. Em 2015, recebeu o Prémio El Ojo Crítico Iberoamericano, concedido pela Rádio Nacional de Espanha. Nélida Piñon é a vencedora do Prémio Vergílio Ferreira 2019.


Sobre Célia

Tenho 37 anos e adoro ler desde que me conheço. O blogue Estante de Livros foi criado em Julho de 2007, e nasceu da minha vontade de partilhar as opiniões sobre o que ia lendo. Gosto de ler muitos géneros diferentes. Alguns dos favoritos são fantasia, romances históricos, policiais/thrillers e não-ficção.