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Novidade Temas e Debates | A Grande Guerra por quem a viveu, de António Ventura

Título: A Grande Guerra por quem a viveu
Autor: António Ventura
Pág.: 384
Data de Lançamento: 16.11.2018
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No ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra, o historiador António Ventura apresenta-nos A Grande Guerra por quem a viveu, que chegou às livrarias a 16 de novembro. Esta obra inclui testemunhos de 36 figuras portuguesas, militares e civis, da política, da literatura e da sociedade do tempo, que participaram no terrível conflito e que, em alguns casos, conheceram na frente de batalha o horror da guerra: Adelino Delduque da Costa, Adelino Mendes, Alexandre Malheiro, Américo Olavo, Anastácio José dos Santos, André Brun, António de Almada Negreiros, António de Cértima, António Granjo, Augusto Casimiro, Augusto de Castro, Avelino Simões de Figueiredo, Carlos Olavo, Carlos Selvagem, David Magno, Eduardo Pimenta, Fernando Freiria, Fernando de Oliveira Pinto, Gomes da Costa, Henrique Monteiro, Horácio de Assis Gonçalves, Humberto de Almeida, Jaime Cortesão, João Pina de Morais, Joaquim Ribeiro, Jorge Pais de Oliveira Mamede, José Augusto de Melo Vieira, Luís José Simões, Luís Quirino Monteiro, Manuel Baptista, Manuel da Costa Dias, Manuel Simões Alberto, Mário de Almeida, Mateus Martins Moreno Júnior, Pereira de Eça e Vasco de Carvalho.

«Não foi a vaidade que me obrigou a agir,
a sair da humildade do quase anonimato,
nem tampouco foi a veleidade de fazer
uma história, se bem que nem sempre é
das canastras da erudição que ela sai mais
verdadeira; as mais das vezes a voz do povo
tem o cunho da verdade» (António Dias)

Sinopse: Neste ano em que se assinala o centenário do fim da Grande Guerra, o historiador António Ventura apresenta-nos testemunhos de 36 figuras portuguesas, militares e civis, da política, da literatura e da sociedade do tempo, que participaram no terrível conflito e que, em alguns casos, conheceram na frente de batalha o horror da guerra. «A seleção dos depoimentos obedeceu a duas preocupações principais: manter um certo equilíbrio entre autores consagrados, alguns dos quais ganharam créditos no panorama literário nacional, como Jaime Cortesão, Augusto Casimiro, André Brun e Carlos Selvagem, a par de outros que permaneceram praticamente esquecidos, e cuja bibliografia se limitou à obra que escreveram sobre a sua experiência de guerra. Procurámos contemplar as três frentes de combate – Europa, Angola e Moçambique –, com as suas especificidades. Privilegiámos a transmissão da experiência vivida, o medo e a coragem, o desespero e a esperança, o humor e o drama. Sentimentos e sensações mescladas, numa experiência única vivida durante o maior drama que a humanidade conheceu até então, e que se julgava que jamais se repetiria, dada a sua dimensão apocalíptica. Vãs esperanças. Vinte anos depois, novo conflito iria eclodir, ainda mais sangrento e destruidor, como que a demonstrar que o Homem persiste em não aprender com os erros cometidos.»

Sobre o autor: António Ventura é doutor em História Contemporânea. Professor catedrático do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Académico de Número da Academia Portuguesa da História, é autor de uma vasta bibliografia sobre História Contemporânea, com mais de 300 trabalhos publicados. Colaborou em diversas publicações periódicas nacionais e estrangeiras e fez conferências e participou em congressos científicos em Espanha, França, Itália, Suíça, Estados Unidos da América, Canadá, Macau, China, Luxemburgo, Polónia, México, Bélgica e Rússia. De António Ventura, a Temas e Debates publicou Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria (2011) e Silêncio e Virtude – Uma História da Maçonaria Feminina em Portugal (1814-1996) (2016).


Sobre Célia

Tenho 36 anos e adoro ler desde que me conheço. O blogue Estante de Livros foi criado em Julho de 2007, e nasceu da minha vontade de partilhar as opiniões sobre o que ia lendo. Gosto de ler muitos géneros diferentes. Alguns dos favoritos são fantasia, romances históricos, policiais/thrillers e não-ficção.