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Novidade Porto Editora | A Gargalhada de Augusto Reis, de Jacinto Lucas Pires

Título: A Gargalhada de Augusto Reis
Autor: Jacinto Lucas Pires
Pág.: 264
Data de Lançamento: 24.05.2018
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Escritor, encenador, cronista, Jacinto Lucas Pires regressa ao romance com A Gargalhada de Augusto Reis, que marca a sua estreia no catálogo da Porto Editora. Nas livrarias a partir de 24 de maio, este é, em última instância, um livro sobre as várias formas de liberdade. Alternando passado e presente – os tempos do Estado Novo, o pós-25 de Abril e a atualidade –, Jacinto Lucas Pires guia o leitor, não sem um olhar crítico, através das várias liberdades de um povo. A acompanhar-nos nesta história, três personagens que a poesia vai unir: o diretor de um banco no Estado Novo, poeta de renome, um jovem de um bairro pobre da periferia lisboeta com pretensões literárias e uma cineasta à procura de um novo rumo. A 7 de junho, pelas 18:30, Rui Tavares e Tiago Cavaco juntam- -se ao autor para apresentar este romance na FNAC Chiado, em Lisboa. O autor rumará depois ao Porto, onde será protagonista do Porto de Encontro que se realiza a 30 de junho, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, pelas 17:00.

Sinopse: Dois tempos. Duas realidades. Duas vidas distintas. De um lado, o poeta Augusto Reis, administrador de um banco e reputado académico com ligações indistintas ao regime de Salazar, que vê a sua vida ruir com o 25 de Abril. Do outro, Djalma dos Santos, um jovem de um bairro da Amadora, que em pequeno encontrou um poema de Augusto Reis e o guardou como tesouro, como mantra. A unir os dois tempos, Sofia Bessa, realizadora cujo último filme foi arrasado pela crítica e que, a medo, aceita o desafio para um novo documentário. A unir os dois homens, a poesia. Alternando passado e presente, A Gargalhada de Augusto Reis é, em última instância, um romance sobre o mistério mais simples e o mais fugaz: a alegria.

Sobre o autor: Jacinto Lucas Pires nasceu no Porto, em 1974, e vive em Lisboa. Publicou vários romances (Do sol, Perfeitos milagres, O verdadeiro ator – galardoado com o Grande Prémio de Literatura DST 2013), livros de contos (Assobiar em público, Grosso modo), de não ficção, entre os quais Livro usado, e uma coleção infantil, em coautoria com a ilustradora Sara Amado. Em 2008, foi-lhe atribuído, pela Universidade de Bari/ IC, o Prémio Europa – David Mourão-Ferreira. Escreve peças de teatro para diferentes grupos e encenadores e realizou três curtas e uma longa-metragem, Triplo A (2017). Colabora como comentador na Rádio Renascença e escreve uma crónica benfiquista no jornal O Jogo. Faz parte, com Tomás Cunha Ferreira, da banda Os Quais.


Sobre Célia

Tenho 37 anos e adoro ler desde que me conheço. O blogue Estante de Livros foi criado em Julho de 2007, e nasceu da minha vontade de partilhar as opiniões sobre o que ia lendo. Gosto de ler muitos géneros diferentes. Alguns dos favoritos são fantasia, romances históricos, policiais/thrillers e não-ficção.