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Novidade Quetzal | Gloria in Excelsis: As Mais Belas Histórias Portuguesas de Natal, seleção de Vasco Graça Moura

Gloria in ExcelsisTítulo: «Gloria in Excelsis: As Mais Belas Histórias Portuguesas de Natal»,
Autor: Vários; seleção de Vasco Graça Moura
Pág.: 480
Data de Lançamento: 25.11.2016

A reedição de «Gloria in Excelsis: As Mais Belas Histórias Portuguesas de Natal», antologia organizada por Vasco Graça Moura, encontra-se, desde sexta-feira passada, novamente disponível nas livrarias.

Este clássico da literatura de Natal, que se encontrava esgotado há já alguns anos, consiste em mais de quarenta histórias natalícias de grandes escritores portugueses dos séculos XIX e XX, nomeadamente Alves Redol, Aquilino Ribeiro, Eça de Queirós, Ferreira de Castro, Fialho de Almeida, Gaspar Simões, Isabel da Nóbrega, José Eduardo Agualusa, Jorge de Sena, José Régio, José Saramago, Maria Ondina Braga, Miguel Torga, Natália Nunes, Ramalho Ortigão, Raul Brandão, Sophia de Mello Breyner e Vitorino Nemésio, entre muitos outros.

«E sobre o mundo do sono, sobre a sombra intrincada dos sonhos onde os homens se perdiam tacteando, como num labirinto espesso, húmido e movediço, a estrela acendia, jovem, trémula e deslumbrada, a sua alegria. E Melchior deixou o seu palácio nessa noite.»

Para muitos, este será o presente de Natal ideal. Trata-se de uma coletânea que permite atravessar esta época com um verdadeiro espírito festivo bem como dar a conhecer as diferentes celebrações praticadas um pouco por todo o país.

Sinopse: «[…] a festividade religiosa (do presépio à missa do Galo) e a sua paralela celebração secular e jubilante quase sempre no plano da família; o contraste mais ou menos chocante entre Graça e desgraça, ou entre grupos e condições sociais; o regresso de alguém que, regra geral, estava ausente havia muito; a evocação do tempo e das vivências do passado; a reconciliação entre os homens; por vezes o sofrimento, a tragédia ou a violência numa quadra que não deveria comportá- los; quase sempre a ruralidade do meio em que a acção decorre (nesta colectânea, todavia, com algumas excepções nítidas); como cenário de fundo, é frequente a contraposição do mau tempo (chuva, frio, neve, ventania) a um ambiente aconchegado e familiar.» [Vasco Graça Moura]

Sobre Vasco Graça Moura: Vasco Graça Moura (Foz do Douro, 1942-2014), foi poeta, ficcionista, ensaísta, cronista e tradutor, além de ter desempenhado importantes cargos de relevância pública na vida portuguesa dos últimos cinquenta anos. Entre as inúmeras distinções que lhe foram atribuídas, contam-se, nomeadamente, o Prémio Pessoa, o Prémio Vergílio Ferreira, o Grande Prémio de Romance e Novela da APE, o Prémio de Poesia do PEN Clube, o Prémio Eça de Queiroz, o Prémio de Tradução Paulo Quintela, o Prémio Europa David Mourão-Ferreira, o Grande Prémio de Poesia da APE, o Prémio Max Jacob de Poesia, o Prémio de Tradução do Ministério da Cultura em Itália (pelas suas notáveis traduções de Dante e Petrarca), ou o Prémio Morgado de Mateus. A sua obra poética está reunida em dois volumes publicados pela Quetzal (Poesia Reunida, 1 e 2, 2012), e entre os seus romances contam-se Naufrágio de Sepúlveda, Partida de Sofonisba às Seis e Doze da Manhã, Quatro Últimas Canções, ou O Enigma de Zulmira. Entre muitos autores, traduziu Shakespeare, Racine, Dante, Corneille, Molière, Rostand, Rilke – mas também autores contemporâneos como Seamus Heaney, Hans Magnus Enzensberger, Gottfried Benn ou Jaime Sabines.


Sobre Célia

Tenho 36 anos e adoro ler desde que me conheço. O blogue Estante de Livros foi criado em Julho de 2007, e nasceu da minha vontade de partilhar as opiniões sobre o que ia lendo. Gosto de ler muitos géneros diferentes. Alguns dos favoritos são fantasia, romances históricos, policiais/thrillers e não-ficção.