Arquivo da categoria ‘Robin Hobb’
Autor: Robin Hobb
Páginas: 909
ISBN:9780553582468
Sinopse: Assassin, spy, and Skillmaster, FitzChivalry Farseer, now known only as man-at-arms Tom Badgerlock, has become firmly ensconced in the queen’s court at Buckkeep. Only a few are aware of his fabled, tangled past—and the sacrifices he made to survive it. And fewer know of his possession of the Skill magic. With Prince Dutiful, his assassin-mentor Chade, and the simpleminded yet strongly Skilled Thick, FitzChivalry strives to aid the prince on a quest that could ultimately secure peace between the Six Duchies and the Outislands—and win Dutiful the hand of the Narcheska Elliania. For the Narcheska has set the prince on an unfathomable task: to behead a dragon trapped in ice—the legendary Icefyre, on the island of Aslevjal. Yet not all the clans of the Outislands support the prince’s effort to behead their legendary defender. Are there darker forces at work behind the Narcheska’s imperious demand? As the prince and his coterie set sail, FitzChivalry works behind the scenes, playing nursemaid to the ailing Thick, while striving to strengthen their Skill—ultimately bringing his unacknowledged daughter into the web of the Skill magic, where the truth must finally unfold. The quest emerges amid riddles that must be unraveled, a clash of cultures, and the ultimate betrayal. For knowing that the Fool has foretold he will die on the island of ice, FitzChivalry has plotted with Chade to leave his dearest friend behind. But fate cannot so easily be defied.
Opinião: Apesar de apresentar aqui a versão inglesa, a verdade é que li a primeira metade em português (saiu no final de Maio com o título “A Jornada do Assassino”). Como estava ansiosa por saber como terminava a história e o tempo não vai ser muito quando sair o último livro, optei por ler o resto da história em inglês.
Depois dos acontecimentos dos volumes anteriores, a expectativa para este centrava-se essencialmente na viagem de Fitz e companhia à ilha de Aslevjal, onde o Príncipe Respeitador teria, para conseguir a paz entre as Ilhas e os Seis Ducados, e ao mesmo tempo conseguir a mão da Narcheska, de encontrar e matar um dragão há muito conservado no gelo. Os acontecimentos são, como de costume, acompanhados pelos dilemas pessoais das várias personagens, com ênfase especial no destino do Bobo – como, aliás, o título do livro deixa adivinhar.
Não quero revelar muito da história, mas posso dizer que, como de costume, está muito bem equilibrada no que respeita à interligação entre os momentos com mais ação e os momentos mais reflexivos/de diálogo. A caracterização das personagens continua a ser um dos pontos altos da série e o que mais me cativa nesta autora, sendo que este livro brilha nos momentos de interação entre Fitz e o Bobo – apesar de não ter ficado necessariamente fã do destino que Robin Hobb reservou para este último.
O fim deste livro permitiu atar algumas pontas soltas que ficaram da série anterior, especialmente no que respeita a Fitz. Tenho de dizer que por mais que tenha adorado todos estes livros, um aspeto em particular do final da história pessoal de Fitz neste livro me pareceu um pouco forçado, mas compreendo a intenção da autora ao dar um pouco de paz à sua personagem principal. Em jeito de balanço desta série – e também da anterior: não considero que sejam livros para toda a gente, mesmo dentro dos fãs da fantasia; no entanto, penso que são livros que sobressaem pela excelente caracterização das personagens e pela escrita particular, que alguns poderão considerar “lenta” e que dá um ritmo muito próprio à história, talvez menos do agrado de leitores mais impacientes. Pessoalmente, agrada-me bastante e vou continuar a seguir a autora, independentemente de surgirem ou não outras traduções dos seus livros em Portugal.
Excelente final desta série, com todos os ingredientes a que já estamos habituados e que certamente agradará aos fãs da autora.
Classificação: 5/5 – Adorei
Outros livros da autora:
Saga do Assassino
- Aprendiz de Assassino
- O Punhal do Soberano
- A Corte dos Traidores
- A Vingança do Assassino
- A Demanda do Visionário
Saga Regresso do Assassino
Liveship Traders
Autor: Robin Hobb
Formato: Audiobook/ebook
Páginas: 832
Narrador: Anne Flosnik
Sinopse: Bingtown is a hub of exotic trade and home to a merchant nobility famed for its liveships—rare vessels carved from wizardwood, which ripens magically into sentient awareness. The fortunes of one of Bingtown’s oldest families rest on the newly awakened liveship Vivacia. For Althea Vestrit, the ship is her rightful legacy unjustly denied her—a legacy she will risk anything to reclaim. For Althea’s young nephew Wintrow, wrenched from his religious studies and forced to serve aboard ship, Vivacia is a life sentence. But the fate of the Vestrit family—and the ship—may ultimately lie in the hands of an outsider. The ruthless pirate Kennit seeks a way to seize power over all the denizens of the Pirate Isles…and the first step of his plan requires him to capture his own liveship and bend it to his will…
Opinião: Ship of Magic é o primeiro livro da trilogia Liveship Traders. Em termos temporais, esta trilogia situa-se entre as duas séries publicadas em português (a segunda delas ainda a ser publicada), apesar de contar a história de personagens diferentes, mas no mundo que já conhecemos dessas mesmas séries.
Ship of Magic é um livro que eu, à partida, teria muitas reticências em ler se tivesse sido escrito por um autor desconhecido. Isto principalmente por causa da preponderância dos elementos náuticos, já que o livro conta a história da família Vestrit, mercadores em Bingtown (Vilamonte, para quem leu a autora em português), que ganham a vida através de comércio marítimo. A família Vestrit é possuidora de um liveship, uma embarcação especial, feita de uma madeira mágica, que permite que o navio se torne num ser vivo, personificado numa figura de proa que fala, pensa e comanda o navio. A tradição diz que o navio “desperta” quando três elementos de uma família morrem dentro do navio e no início deste livro o terceiro elemento da família Vestrit falece dentro da Vivacia, permitindo assim que ela desperte finalmente, carregando dentro de si conhecimentos e vivências das pessoas que morreram dentro dela.
A família Vestrit viu-se privada do homem que a liderou durante tantos anos, Ephron, e começa a ter de enfrentar as dificuldades. Ronica, a viúva, é uma mulher forte que sempre serviu de pilar ao marido, apagando fogos enquanto ele estava fora, no mar, e que agora se vê perante a impossibilidade de pagar as dívidas da família. Tem duas filhas vivas: Keffria, a típica dona-do-lar, casada com Kyle, de quem tem três filhos, e Althea, a maria-rapaz que adora a vida no mar e deseja um dia que a Vivacia seja sua. O filho mais velho de Keffria e Kyle, Wintrow, estuda desde muito novo para se tornar padre, mas a precipitação dos acontecimentos fazem com que tenha de abandonar o estudo e cumprir as vontades do seu pai. A narrativa gira também em redor do ambicioso pirata Kennit, que deseja ser o líder de todas as localidades piratas das redondezas, e de Brashen Trell, que deixa de fazer parte da tripulação do Vivacia depois da morte de Ephron e que tenta olhar pelo futuro de Althea, enquanto esta tenta provar o seu valor num mundo de homens.
E, assim, a narrativa vai-se desenrolando em redor da vida destas personagens, dos seus seus caminhos de aprendizagem e da luta contra as adversidades que lhes vão surgindo no caminho. Adorei o conceito dos liveships e a Vivacia é uma personagem fantástica. Apesar de ser uma “criança” possui uma sabedoria antiga e que conquista e emociona o leitor. A história aborda também outro liveship, chamado Paragon, que se encontra encalhado e abandonado numa praia, cego e sem amigos. Outra personagem deliciosa. De resto, gostei muito da evolução do jovem Wintrow, sábio mas ao mesmo tempo inocente, que vê cair por terra muitos dos conceitos que tinha em relação à bondade da natureza humana. Althea, claro, é uma personagem de quem é quase impossível não gostar, pela sua força e determinação.
Depois, para além da importância dada aos conflitos pessoais, Robin Hobb desenvolve também de forma muito satisfatória todas as componentes de caracterização do mundo e dos costumes em Bingtown, deixando curiosidade quanto aos misteriosos Rain Wilders, que constroem os liveships, e possuem poderes que suspeito serem mais do que parecem à primeira vista. A nível de escrita, Robin Hobb continua ao seu excelente nível, com descrições detalhadas, elementos imaginativos e personagens muito bem construídas.
Queria só terminar dizendo que tenho pena de não ter lido esta trilogia antes da série que está a ser agora publicada em Portugal. Há alguns elementos (na sua maioria, detalhes, para ser sincera) que teriam sido melhor compreendidos. Adorei este livro e espero sinceramente que a Saída de Emergência se decida por vir a publicar esta série em Portugal. Tem tudo para agradar aos fãs da autora.
Classificação: 5/5 – Adorei
Outros livros da autora:
Saga do Assassino
- Aprendiz de Assassino
- O Punhal do Soberano
- A Corte dos Traidores
- A Vingança do Assassino
- A Demanda do Visionário
Saga Regresso do Assassino
Autor: Robin Hobb
Título Original: Golden Fool (2002) – 2.ª metade
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 372
ISBN: 9789896373801
Tradutor: Jorge Candeias
Sinopse: Apesar de profundamente enredado nos seus conflitos pessoais, o Assassino tem de preparar uma expedição infalível às Ilhas Externas. Para isso há que ensinar ao príncipe dos Seis Ducados tudo o que conseguir sobre as duas magias – duas misteriosas e temidas magias inerentes ao sangue que ambos partilham. Mas na vida de Fitz nada é fácil, e o seu próprio desconhecimento de muito do que diz respeito a essas magias pode ter consequências catastróficas, tanto para si como para o herdeiro… e, em última instância, para o próprio reino. Mas as ameaças não se ficam por aí: quem são realmente aqueles estranhos vilamonteses que apareceram inesperadamente em Torre do Cervo? E os manhosos, que resultará dos seus conflitos internos e que atitude tomará a respeito deles a coroa dos Seis Ducados?
Opinião: Lá voltei eu à companhia do meu “amigo” Fitz, para continuar a seguir as suas aventuras e desventuras. O final do livro anterior deixou em aberto uma viagem cujas consequências me suscitaram curiosidade, mas ao contrário do que pensei este 3.º volume não trata da viagem propriamente dita, mas apenas dos seus preparativos. Não fiquei desiludida, até porque tendo em conta o ritmo lento da autora já devia estar à espera.
Boa parte do livro é dominado pelas relações entre Fitz e as pessoas que o rodeiam. Com o Bobo, Fitz tem uma desavença que ameaça seriamente a longa amizade de ambos; Breu, o seu velho mentor, exulta na recém-descoberta habilidade para a magia do Talento, mas Fitz tenta alertá-lo para os vários perigos; com Obtuso, o homem limitado que possui grande aptidão para o Talento, Fitz tem um longo percurso pela frente para o poder utilizar em benefício do príncipe Respeitador, que por sua vez continua a frequentar as aulas de Fitz, cada vez mais importantes pela iminente viagem às Ilhas Externas e ao desafio que terá de enfrentar. A intervenção dos Manhosos neste volume é também considerável, não só pela gradual aceitação formal dos Manhosos nos Seis Ducados, mas também pelas conspirações de uma fação mais radical dos Manhosos, que tenta prejudicar o príncipe Respeitador e o próprio Fitz.
Robin Hobb continua muito ao seu estilo, com o principal foco nas personagens e nas suas interações e dilemas. Já disse várias vezes que gosto muito da forma que esta autora escolhe para escrever as suas histórias, porque me sinto ligada às personagens e envolvida nos problemas que se lhes deparam. Investi muito do meu tempo a acompanhar o bastardo Fitz , de quem aprendi a gostar apesar de todos os seus defeitos. Sinto que é uma personagem real, que, tal como todos, continua a errar e a aprender com os seus erros. É uma série para acompanhar até ao fim. E uma autora que já entrou na minha galeria de favoritos.
Classificação: 4/5 – Gostei Bastante
Outros livros da autora:
Saga do Assassino
- Aprendiz de Assassino
- O Punhal do Soberano
- A Corte dos Traidores
- A Vingança do Assassino
- A Demanda do Visionário
Saga Regresso do Assassino
Liveship Traders
Autor: Robin Hobb
Título Original: Golden Fool (2002) – 1.ª metade
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 364
ISBN: 9789896373535
Tradutor: Jorge Candeias
Sinopse
Depois de salvar o príncipe das garras dos pigarços e de sofrer a mais devastadora perda possível ao fazê-lo, o lendário assassino regressa ao lugar a que em tempos chamou lar. Aí, esperam-no dias difíceis de adaptação, mas também o esperam oportunidades, velhos e novos amigos e até um filho adolescente. E espera-o também um príncipe, do seu sangue sem que o saiba, dotado com as magias desse sangue mas sem conhecimentos para lidar com elas, e prometido a uma princesa estrangeira. Como irá Fitz lidar com todos os desafios que o aguardam em Torre do Cervo? Que soluções encontrará para os seus dilemas?
Opinião
Depois de ter gostado bastante do 1.º volume desta nova série de Robin Hobb, foi com muita curiosidade que comecei a leitura da continuação, Os Dilemas do Assassino, que corresponde à 1.ª metade do 2.º volume original. Nunca me opus à decisão da editora de dividir os livros, e continuo a não me importar muito, mas penso que de todos os livros divididos que publicaram desta escritora, este foi o que sofreu mais com esse facto.
O livro segue praticamente de imediato o final do livro anterior e apresenta-nos o protagonista, Fitz, de novo em Torre do Cervo, onde passou a sua infância, com o objetivo de ensinar a utilização do Talento ao Príncipe Respeitador a ajudar os seus velhos amigos face às intrigas e ameaças que pairam sobre a corte. No entanto, este regresso traz consigo o reavivar de antigas recordações de tempos mais felizes para Fitz, originando uma constante luta interior entre o que ele acha que deve fazer e aquilo que realmente deseja.
O enredo gira, assim, em torno de dois pontos essenciais: os dilemas pessoais de Fitz e a precária paz política nos Seis Ducados, permanentemente ameaçada pelas ambições e diferenças que existem entre eles. A nível pessoal, Fitz depara-se com problemas quanto ao rumo que Zar, o seu filho adotivo, decide tomar, e ao mesmo tempo lida com a complicada relação com Gina; na corte, o noivado do Príncipe Respeitador com uma princesa das Ilhas acaba por se revelar mais problemático do que parecia à primeira vista, enquanto que velhas rivalidades entre Ducados regressam e batem à porta da Rainha Kettricken. A acrescentar a isto, continua a pairar a ameaça dos Pigarços sobre Fitz e ficamos a saber um pouco mais sobre toda a história que envolve os dragões.
Como disse no início, penso que a divisão do livro original em dois prejudica um pouco esta primeira metade, onde se nota em particular alguma lentidão no avançar da narrativa. O estilo da autora é mesmo esse e eu tolero-o bem e até gosto, mas aqui houve vários momentos em que achei que o enredo se arrastava em demasia e sem necessidade. Os diálogos, contudo, continuam excelentes. Na minha opinião, a parte mais emocionante vem apenas no final, com a perspetiva de uma demanda interessante que deveremos presenciar no próximo volume. A continuação deste livro (2.ª metade do original Golden Fool) está prevista para o mês de Outubro. – Célia M.
3/5 – Gostei
Autor: Robin Hobb
Título Original: Fool’s Errand (2001)
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 565
ISBN: 9789896373306
Tradutor: Jorge Candeias
Sinopse
Ele é um bastardo com sangue real. Ele é um assassino com poderes malditos. Ele é a única esperança para um reino caído em desgraça. Atreva-se a entrar num mundo de perfídia e traição que George R. R. Martin apelidou de “genial”. Atreva-se a acompanhar um herói que a crítica considerou “único”. O Regresso do Assassino é o regresso da grande fantasia épica. Se está à espera de mais do mesmo, este livro não é para si. Caso contrário… bem-vindo a uma aventura que nunca irá esquecer!
Opinião
Gostei muito da Saga do Assassino, desta autora, e por isso foi com enorme expectativa que aguardei o lançamento deste primeiro volume de uma nova trilogia, que tem lugar no mesmo cenário da referida saga e conta com as personagens já nossas conhecidas, mas 15 anos após os acontecimentos que marcaram o destino dos Seis Ducados, reino fictício no qual esta história decorre. Para além da vontade de rever velhos “amigos”, voltar a esta escritora conforta-me porque me agrada imenso como contadora de histórias.
Mais uma vez, a história é-nos contada na primeira pessoa por Fitz, que 15 anos depois da paz ter chegado aos Seis Ducados, vive com o seu lobo numa cabana isolada do mundo, que, na sua grande maioria, o julga morto. A solidão é um lugar que Fitz se acostumou a habitar, mas por vezes, deseja partir, fazer com que o seu tempo não seja apenas um conjunto de dias aparentemente inúteis, nos quais trata da sua horta, produz tintas e tenta escrever uma história dos Seis Ducados.
No início da história, Fitz recebe a visita de velhos conhecidos, que o leitor tem todo o gosto em rever: Breu, que tomou posição como conselheiro da Rainha Kettricken, deseja que Fitz ensine Respeitador, o herdeiro do trono, a utilizar o Talento; o Bobo, personagem que mantém a aura misteriosa e críptica dos livros anteriores, volta para rever o velho amigo. Gostei muito desta parte do livro, apesar de ser bastante introspectivo e contemplativo; ajuda-nos a perceber em que momento emocional a personagem se encontra, como está a sua relação com os seus dois melhores amigos e, por fim, o que aconteceu durante os 15 anos em que não tivemos acesso à história.
Como seria de esperar, Fitz acaba por regressar à corte em Torre do Cervo, disfarçado, com uma tarefa da qual depende o futuro do Reino. Essa tarefa leva a uma longa viagem, que dura pouco menos de duas semanas mas que para o leitor parece demorar meses. De facto, foi isso o que menos me agradou neste livro, o aparente arrastar de algumas situações, que não penso se justificar. A conclusão deste enredo é algo previsível, mas ainda assim satisfatória, e não deixa de apresentar um momento que se adivinhava mas, que ainda assim, nos parte o coração quando se concretiza. De referir também os conhecimentos adicionais que a autora acrescenta em relação à Manha, uma espécie de poder que permite os seres humanos e os animais criarem um vínculo especial entre eles, e um novo leque de personagens interessantes.
Como disse no início, gostei muito de regressar a esta autora. Senti que este volume foi, em boa parte, uma forma da autora reintroduzir este mundo, situar o leitor e criar expectativa ao que se vai seguir. Não penso que seja para todos os leitores, pelos momentos mais parados e porque exige paciência da parte do leitor. Mas sem dúvida que faz bastante o meu género. – Célia M.
4/5 – Gostei Bastante



