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Arquivo da categoria ‘4/5’

[Opinião] City of Dragons, de Robin Hobb

Friday, September 19, 2014 Post de Célia

13059492Autor: Robin Hobb
Ano de Publicação: 2012
Série: Rain Wild Chronicles #3 | Realms of the Elderlings #12
Páginas: 416

Sinopse: Once, dragons ruled the Rain Wilds, tended by privileged human servants known as Elderlings. But a series of cataclysmic eruptions nearly drove these magnificent creatures to extinction. Born weak and deformed, the last of their kind had one hope for survival: to return to their ancient city of Kelsingra. Accompanied by a disparate crew of untested young keepers, the dragons embarked on a harsh journey into the unknown along the toxic Rain Wild River. Battling starvation, a hostile climate, and treacherous enemies, dragons and humans began to forge magical connections, bonds that have wrought astonishing transformations for them all. And though Kelsingra is finally near, their odyssey has only begun.

As they forge ever-deeper into uncharted wilderness, starvation, flashfloods, and predators imperil them all. But as dragons and humans alike soon learn, the most savage threats come from within their own company…

 

 

Opinião: Eis-me chegada ao terceiro volume da série Rain Wild Chronicles, que retoma os acontecimentos que ficaram pendentes no final do volume anterior.

 

Os dragões e os seus cuidadores chegaram finalmente a Kelsingra, a cidade perdida dos dragões: lá, encontram-se muitos mistérios por desvendar, que prometem revelar mais sobre a história dos dragões e sobre os Elderlings, uma raça meio-humana meio-dragão, com uma esperança de vida muito acima acima do normal. Esse conhecimento vem dos artefactos que os cuidadores encontram, mas também de uma espécie de flashbacks que têm do que era a vida de então. É notável como Robin Hobb consegue dar vida a esta cidade perdida, fazendo o leitor sentir que está realmente a caminhar no meio daquelas ruínas.

 

A nível de desenvolvimento de personagens e de enredo, este livro também apresenta evoluções singificativas: os dragões estão cada vez mais independentes e isso revela-se em alguns confrontos entre eles; Thymara e Alise (mais a primeira) vêm chegar alterações importantes na sua vida, enquantoMalta Vestrit, uma das protagonista da trilogia Liveship Traders, regressa ao primeiro plano do enredo . Muito curiosa também a participação do liveship Tarman, o primeiro a ser construído e que, apesar de não apresentar (aparentemente) a sabedoria de outros navios que já encontrámos, promete ter uma participação importante no que resta da história.

 

Mas longe de Kelsingra e das cidades Rain Wild outras coisas importantes vão acontecendo: em Bingtown e Chalced as intrigas e conspirações relativamente aos dragões e às potencialidades de Kelsingra crescem e acrescentam densidade e interesse ao enredo, ao mesmo tempo que enriquecem o livro pela multiplicidade de perspetivas que geram. O livro peca apenas pelo fim abrupto, que deixa muita coisa por resolver, mas talvez isso não seja de estranhar uma vez que esta seria a primeira metade do livro que Robin Hobb escreveu originalmente, que depois acabou por ser dividido em duas publicações.

 

De resto, aquilo a que Robin Hobb já nos habituou: escrita cuidada e cativante, personagens que criam empatia e um enredo interessante, que deixa vontade de continuar a seguir esta história. Provavelmente não tão cativante como a trilogia que a precede, as Rain Wild Chronicles estão a revelar-se uma leitura rica e entusiasmante. 

 

Classificação: 4/5 – Gostei Bastante


Categorias: 4/5, Célia, Opiniões, Robin Hobb

[Opinião] The Glass Castle, de Jeannette Walls

Wednesday, September 10, 2014 Post de Célia

7445Autor: Jeannette Walls
Ano de Publicação:
2005
Páginas: 348

 

Sinopse: The Glass Castle is a remarkable memoir of resilience and redemption, and a revelatory look into a family at once deeply dysfunctional and uniquely vibrant. When sober, Jeannette’s brilliant and charismatic father captured his children’s imagination, teaching them physics, geology, and how to embrace life fearlessly. But when he drank, he was dishonest and destructive. Her mother was a free spirit who abhorred the idea of domesticity and didn’t want the responsibility of raising a family. The Walls children learned to take care of themselves. They fed, clothed, and protected one another, and eventually found their way to New York. Their parents followed them, choosing to be homeless even as their children prospered. The Glass Castle is truly astonishing–a memoir permeated by the intense love of a peculiar but loyal family.

 

Opinião: Tenho poucas recordações da minha infância. Lembro-me de um ou outro acontecimento, mas de um modo geral é um período difuso, onde as lembranças se dividem entre brincadeiras, verões felizes, pais e irmã presentes e gosto pela escola. Tenho alguma pena de não me lembrar de mais coisas, mas também sei que isso acontece em boa parte devido ao facto de ter tido uma infância feliz, em que tive sempre tudo aquilo que uma criança deve ter – e não estou a falar de coisas materiais.

 

A narrativa deste livro relata-nos uma situação diametralmente oposta. Costumo dizer que há pessoas que deviam ser proibidas de ter filhos, e sem dúvida que os pais de Jeannette Walls são duas delas. Nascidas entre as décadas de 1950 e 1960, as quatro crianças Walls fazem parte de uma família nómada, constantemente em movimento pelo sudoeste norte-americano, vivendo em locais que pouco melhor eram que a rua. Passar fome, andar sujo, não ir à escola são lugares-comuns destas crianças, que, para além disso, tinham liberdade para andar por onde quisessem e fazer o que bem entendessem.

 

Rex Walls e Rose Mary, os pais, surpreendentemente não eram pessoas iletradas, sem capacidade para arranjar emprego, sustentar a família e proporcionar aos filhos uma existência minimamente digna: ela tinha habilitações para lecionar e era uma artista, ele tinha estado na Força Aérea e era um criativo, uma pessoa com inteligência acima da média. O problema é que ela apresentava sinais mais ou menos claros de bipolaridade, e achava que a falta de regras e disciplina era a forma correta de educar crianças. Não havia em Rose Mary qualquer instinto maternal ou sentido de responsabilidade perante aquilo que é criar um filho. Rex, por seu lado, era uma desgraça quando bebia e só fazia asneiras.

 

Assim, Jeanette e os irmãos cresceram numa família bastante disfuncional, com não só falta de carinho como também problemas em satisfazer as necessidades mais básicas. A narrativa intercala momentos quase inacreditáveis de irresponsabilidade paternal (como quando, com 3 anos, a narradora se queimou gravemente enquanto cozinhava cachorros-quentes) com outros momentos em que o espírito livre destes pais proporcionou momentos que marcaram pela positiva as infâncias destes miúdos.

 

A autora adota, neste livro, um tom notavelmente factual. Estando a falar sobre a própria vida, é normal que aqui e ali se note emoção em alguns episódios narrados, mas, de um modo geral, Jeannette Walls consegue narrá-los de forma imparcial e deixar os julgamentos para o leitor. 

 

É uma leitura quase compulsiva e, por vezes, arrepiante pela incredulidade perante o que nos vai sendo relatado. “Isto aconteceu mesmo?” ou “Como é possível?” são perguntas que nos vão assaltando, juntamente com a admiração pela resiliência destas crianças e a vontade de saltar para a “história” e tirá-los dali.

 

Abstive-me de dar a nota máxima a este livro por dois motivos: primeiro, o final pareceu-me um bocado apressado – depois de tantas dificuldades, penso que teria sido bom contrabalançar os relatos negativos com uma fase mais positiva na vida da autora; depois, porque tive algumas dificuldades em acreditar que a autora se lembra com tanto detalhe de coisas que lhe aconteceram quando era tão pequena (como por exemplo, diálogos à sua volta quando ficou internada no hospital com 3 anos). Se ela realmente se lembra, é um feito notável; se não, isso significa que o início do livro foi algo romanceado, e nada garante que o resto não tenha sido também.

 

Mas apesar do que acabo de referir, penso ser uma leitura que vale a pena. Pelo realismo do relato, pelo contacto com realidades tão diferentes da nossa e por nos fazer acreditar que o ser humano consegue vingar, mesmo perante as maiores adversidades. Este livro encontra-se traduzido para português com o título O Castelo de Vidro, publicado pela editora Gótica em 2006 (não acredito, contudo, que seja muito fácil encontrá-lo à venda).

 

Classificação: 4/5 – Gostei Bastante


[Opinião] Quando o Cuco Chama, de Robert Galbraith

Monday, September 8, 2014 Post de Célia

18619109Autor: Robert Galbraith
Título Original:
The Cuckoo’s Calling (2013)
Editora: Editorial Presença
Páginas: 496
ISBN: 9789896720650
Tradutor: Maria Georgina Segurado e Rita Figueiredo

 

Sinopse: Quando uma jovem modelo cai de uma varanda coberta de neve em Mayfair, presume-se que tenha cometido suicídio. No entanto, o seu irmão tem dúvidas quanto a este trágico desfecho, e contrata os serviços do detetive privado Cormoran Strike para investigar o caso. Strike é um veterano de guerra – com sequelas físicas e psicológicas – e a sua vida está um caos. Este caso serve-lhe de tábua de salvação financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrio tudo se torna – e mais se aproxima de um perigo terrível… Envolvente e elegante, mergulhado na atmosfera de Londres, Quando o Cuco Chama é o aclamado primeiro romance policial de J. K. Rowling, escrito sob o pseudónimo Robert Galbraith.

 

Opinião: Vou ser muito sincera: se não soubesse que Robert Galbraith era um pseudónimo da J.K. Rowling muito provavelmente nunca teria lido este livro. Rowling é daquelas escritoras que terá sempre enorme sucesso publicando com o nome dela ou outro qualquer, escrevendo fantasia, policiais ou outro género qualquer. E merecido, diga-se de passagem. Compreendo a necessidade que sentiu em lançar este livro sob pseudónimo (cuja real identidade só foi descoberta alguns meses depois do seu lançamento) e admiro a coragem de se ter aventurado em géneros tão distintos daquele que lhe deu a fama de que goza.

 

Quando o Cuco Chama é um policial tradicional. A sua personagem principal e detetive de serviço é Cormoran Strike, um ex-soldado com uma prótese na perna e um vida pessoal muito atribulada, que inclui uma relação de vários anos recém-terminada e uma família disfuncional, com um pai famoso que viu apenas duas vezes. Robin, uma jovem destacada por uma empresa de trabalho temporário para secretariar Strike, tem um primeiro dia muito animado, pois é nessa altura que John Bristow se dirige ao detetive privado para investigar mais a fundo o caso de uma modelo famosa (sua irmã) que morreu após a queda de uma varanda, que a polícia determinou ter-se tratado de um suicídio.

 

As conversas com as pessoas à volta da vida de Lula Landry, a modelo, ocupam boa parte do livro e são uma delícia de se ler pelo fantástico retrato pessoal que a autora delas faz. Ao mesmo tempo. Cormoran vai-se adaptando à vida de solteiro e ao facto de dormir no seu local de trabalho, enquanto a relação com Robin vai passando de profissional a uma colaboração de sucesso e, eventualmente, a amizade.

 

É um livro lento mas que estranhamente se tornou, a partir de determinado momento, de leitura compulsiva. A autora não poupa nas palavras para descrever pessoas e locais, e se para alguns leitores isto se pode tornar fastidioso, para mim foi apenas uma forma de dar vida às personagens e aos cenários pelos quais iam passando. As pessoas dentro desta história pareceram-me reais e isso fez com que me tivesse apegado a elas. Robin, a secretária, é uma personagem deliciosa e sobre a qual tenho esperança de ler mais nos próximos volumes da série. Cormoran é um bom protagonista também, apesar de achar que, se a autora foi bem sucedida em criar no leitor empatia com ele, não deixam de ficar no ar algumas dúvidas quanto às suas capacidades como detetive. Cormoran resolve o caso ao estilo Poirot, sabendo antes de toda a gente a identidade do culpado, mas ao contrário do famoso detetive belga, achei que lhe faltava carisma e nunca tive a sensação que as suas capacidades dedutivas fossem uma característica que saltasse à vista ao longo da história, fazendo com que a sua linha de dedução dos acontecimentos, na parte final do livro, me tivesse parecido um pouco forçada.

 

Ainda assim foi um livro de que gostei bastante. Bem escrito, com um caso interessante e bem desenvolvido. Fico com muita vontade de ler o volume seguinte.

 

Classificação: 4/5 – Gostei Bastante


[Opinião] Vengeance in Death, de J.D. Robb

Wednesday, August 20, 2014 Post de Célia

10840991Autor: J.D. Robb
Ano de Publicação: 1997
Série: In Death #6
Páginas: 464

Sinopse: In a time when technology links the law and the lawless, predators and prey can be one and the same… He is an expert with the latest technology … a madman with the mind of a genius and the heart of a killer. He quietly stalks his prey. Then he haunts the police with cryptic riddles about the crimes he is about to commit–always solved moments too late to save his victims’ lives. Police lieutenant Eve Dallas found the first victim butchered in his own home. The second lost his life in a vacant luxury apartment. The two men had little in common. Both suffered unspeakable torture before their deaths. And both had ties to an ugly secret of ten years past–a secret shared by none other than Eve’s new husband, Roarke.

 

 

Opinião:  Já me vão começando a faltar as palavras para descrever a experiência de leitura da série In Death, sem me repetir muito. Neste momento, posso confessar-me viciada nas aventuras e desventuras de Eve, Roarke e companhia e curiosa por continuar a acompanhar as suas vidas atribuladas.

 

Vengeance in Death tem como tema principal, como o título indica, a vingança. Temos aqui mais um serial killer que telefona a Eve pouco antes de cometer os seus crimes, dando-lhe pistas em forma de adivinhas, sempre com um forte teor religioso. À medida que as vítimas se vão sucedendo, Eve consegue relacioná-las com um acontecimento do passado de Roarke, na Irlanda, e começa a temer pela sua segurança. Summerset, o mordomo de Roarke que não nutre grande simpatia por Eve, parece o principal suspeito, mas, como é fácil adivinhar, nem tudo o que parece é. 

 

O caso é interessante e está bem desenvolvido; para isso, muito contribui a relação estreita entre a vida pessoal das personagens e os crimes cometidos. Na verdade, caso policial e desenvolvimentos pessoais de e entre personagens não são duas partes estanques deste livro, e está tudo tão bem interligado que o livro se torna praticamente impossível de largar. A relação entre Eve e Roarke continua a não ser linear, e desta vez a questão das cedências de parte a parte são abordadas e bem discutidas. No fim, como seria de esperar, estas questões são resolvidas, mas gosto que a relação de ambos (apesar de algumas partes mais melosas) tenha ainda muito campo para desbravar.

 

Diria que Vengeance in Death foi o melhor livro da série até agora, por tudo o que disse acima e porque tem uma intensidade emocional bastante forte. Não leva a nota máxima (como duvido que algum livro da série levará) por causa de alguma previsibilidade em certas situações e de começar já a notar a utilização de uma fórmula nos casos policiais – em especial nos acontecimentos que levam à revelação final. Mas tudo o resto vale a pena: personagens (Ian McNab, um geek perito em tecnologia, é a última agradável “aquisição”) e desenvolvimento entre elas, enredos cativantes, escrita despretenciosa. 

 

Uma nota final para algo que não tenho referido nas minhas opiniões: estou a ler estes livros em formato audiobook, que me têm acompanhado nas intermináveis tarefas domésticas e ajudado a torná-las menos fastidiosas. Tem sido uma excelente experiência, não só porque me permite aproveitar todos os bocadinhos, mas também porque Susan Eriksen, a narradora, faz um excelente trabalho de interpretação, de tal modo que sei de imediato quem está a falar sem precisar de grande atenção. Muito bom.

 

Classificação: 4/5 – Gostei Bastante


Categorias: 4/5, Célia, J.D. Robb, Opiniões

[Opinião] Shift, de Hugh Howey

Tuesday, August 19, 2014 Post de Célia

17306293Autor: Hugh Howey
Ano de Publicação:
2013
Série: Silo #2
Páginas: 608

 

Sinopse: In a future less than fifty years away, the world is still as we know it. Time continues to tick by. The truth is that it is ticking away. A powerful few know what lies ahead. They are preparing for it. They are trying to protect us. They are setting us on a path from which we can never return.

 

(aviso: esta opinião contém pequenos spoilers em relação ao primeiro livro)

 

Opinião: Porque O Silo deixa várias pontas soltas e porque gostei imenso do primeiro volume da trilogia, parti de imediato para a leitura do segundo. Em Shift, Hugh Howey recua no tempo, até meados do século XXI, quando a origem dos silos começou a ganhar forma. A primeira parte do livro acompanha Donald, um congressista que vê o seu mentor convidá-lo para fazer parte de um projeto secreto, originado devido a uma ameaça terrorista/nuclear do Irão. Os capítulos sob o ponto de vista de Donald são intercalados com outros onde a personagem central é Troy, já quando os silos se encontram construídos e a funcionar em pleno, que acorda de um sono de anos para desempenhar as funções de supervisor num dos turnos que são levados a cabo no Silo 1. Este silo controla e supervisiona o funcionamento dos restantes silos e é, também, o local onde se tomam as decisões tão complicadas como “deitar abaixo” um silo que apresente problemas considerados irresolúveis. 

 

A segunda parte do livro avança 100 anos em relação à primeira, e recupera várias personagens no Silo 1, enquanto acompanha também um jovem residente no silo 18 (o silo do primeiro livro), Mission, numa altura em que este se encontrou à beira do colapso por causa de uma sublevação. A terceira e última parte de Shift começa, em termos temporais, apenas alguns anos antes dos acontecimentos do primeiro volume da série, recuperando a história de Solo (o habitante do Silo 17), e sobrepondo-se temporalmente aos acontecimentos do livro anterior.

 

Quem ficou curioso para saber qual a origem dos silos, deverá ficar bastante satisfeito com este livro. Basicamente, todas as questões são respondidas: quem, quando, como e porquê. O livro tem um pendor mais político e conspiracional que o seu antecessor, mas nem por isso é menos interessante. Acaba por ser um livro de revelação onde o anterior criou suspense, e, apesar de o efeito no leitor ser diferente, é igualmente uma leitura que vale a pena, especialmente para quem gostou do primeiro volume. Onde diria que fica a perder é nas personagens: para dizer a verdade, não me cativaram tanto como Juliette, e acho mesmo que Donald, apesar de ser uma personagem que cria empatia com o leitor por se ver num papel circunstancial (que pode ou não ser atribuído à sua vontade) e cuja conduta fica numa zona um pouco cinzenta, por vezes a quantidade de autopiedade acaba por tornar-se cansativa.

 

Sem dúvida que este livro, apesar de ser uma prequela, deve ser lido depois de “O Silo”, uma vez que lido antes estragaria vários detalhes e o suspense que aquele livro traz consigo. Penso que é uma continuação que deverá satisfazer quem gostou do primeiro livro; pessoalmente, a leitura foi viciante e a forma como termina fez-me ansiar pela leitura do terceiro e último volume, Dust.

 

Classificação: 4/5 – Gostei Bastante


Categorias: 4/5, Célia, Hugh Howey, Opiniões