Home / Novidades / Novidade Porto Editora | A casa da cabeça de cavalo, de Teolinda Gersão

Novidade Porto Editora | A casa da cabeça de cavalo, de Teolinda Gersão

cavaloTítulo: A casa da cabeça de cavalo
Autor: Teolinda Gersão
Pág.: 232
Data de Lançamento: 04.10.2017

A 4 de outubro a Porto Editora publicou A casa da cabeça de cavalo, um dos romances mais importantes de Teolinda Gersão, largamente elogiado pela crítica, e galardoado com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE em 1995. Neste livro, os antigos habitantes de uma casa grande em ruínas reúnem-se para contar histórias enquanto um cavalo-tempo passa e espanta a morte. Refletindo sobre o papel da literatura e usando moldes diversos de escrita, a autora joga com o leitor um jogo subtil de autodescoberta sobre fundo histórico.

Sinopse: Num registo irónico, carnavalesco e folhetinesco, o(s) narrador(es) de A casa da cabeça de cavalo encenam para deleite do leitor o espectáculo cómico, trágico ou grotesco de vidas do século XIX – para afinal salientar, caricaturados ou parodiados, alguns aspectos sociais que perduram no século XXI. No ritmo veloz do cavalo do Tempo, a Casa é arrastada numa corrida vertiginosa e interminável para a qual o leitor é convocado, porque também ele se torna, sem dar conta, um habitante da Casa, mesmo depois de chegar à última página e de fechar o livro.

Sobre a autora: Teolinda Gersão estudou nas universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. É autora de vários livros de ficção, traduzidos em 11 línguas. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008), o Prémio Ciranda, o Prémio da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses, 2011) e o Prémio Vergílio Ferreira pelo conjunto da sua obra (2017). Alguns dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia.


Sobre Célia