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Novidade Sextante Editora | O motorista de autocarro que queria ser Deus e outras histórias, de Etgar Keret

motoristaTítulo: O motorista de autocarro que queria ser Deus e outras histórias
Autor: Etgar Keret
Pág.: 328
Data de Lançamento: 08.06.2017

Depois de Sete anos bons, a Sextante publicou a 8 de junho O motorista de autocarro que queria ser Deus e outras histórias, um dos grandes êxitos do escritor contemporâneo israelita Etgar Keret, traduzido diretamente do hebraico. Escrita numa linguagem viva e coloquial, esta é uma antologia de histórias curtas onde o fantástico invade a realidade, misturando-se nela e conferindo a cada episódio um misto de humor e violência surrealizantes. As crises pessoais, os dramas quotidianos e a miséria humana são assim ilustrados em micro-contos de terror, por vezes macabro, não sendo no entanto mais assustadores do que o próprio real que representam. Numa mescla de horror real e horror absurdo, e com o seu inesgotável sentido de humor característico, Etgar Keret apresenta-nos anjos incompetentes, mágicos azarados, homens peludos que são excluídos da sociedade, entre muitas outras histórias incríveis.

Sinopse: Minimalistas, fantásticas, provocadoras, estas cinquenta «histórias-clip» de Etgar Keret são outros tantos mergulhos num universo literário surpreendente. Escritas em estado de urgência, de respiração4 suspensa, elas brincam com a verosimilhança, fazem explodir as deixas esperadas, confundem pistas, e a sua temível brevidade só as torna mais aptas para abraçar o inquietante absurdo de um mundo à deriva. Etgar Keret, o escritor israelita mais insolente e salutar da sua geração, inventou uma escrita realmente singular: a da violência instantânea, quotidiana, que anda a par do seu antídoto – um punhado de valores sem os quais não poderemos falar de Humanidade.

Sobre o autor: Nascido em 1967 em Telavive, Etgar Keret é um dos mais populares escritores israelitas contemporâneos e as suas obras estão traduzidas em mais de 25 línguas. Sete anos bons foi galardoado com o Prémio PEN inglês e com o Prémio Charles Bronfman 2016.


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