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[Opinião] Contos Guerra, de Vários Autores

Wednesday, November 6, 2013 Post de Célia

12135690Autores: Aleksandr Pushkin, Rudyard Kipling
Títulos Originais: Vystrel (1831), The Courting of Dinah Shadd (1891)
Série: Biblioteca de Verão #7
Editora: Rosto Editora
Páginas: 63
ISBN: 9789898520128
Tradutores: Margarida Pereira e Odete Martins (respetivamente)

 

Opinião: Mais um volume da coleção de livros de bolso temáticos que saiu com o DN/JN no verão de 2011. Desta vez, o título “Contos Guerra” remete para a guerra como elemento central das narrativas.

 

O Tiro, de Aleksandr Pushkin
Deste autor russo, tinha apenas lido Dama de Espadas. Este conto é narrado na primeira pessoa por um soldado do regimento russo, que se relaciona com um civil ex-soldado, Sílvio, excelente atirador, que conta ao narrador a sua história de rivalidade com outro homem. Essa rivalidade culminou num duelo que ficou por terminar e que Sílvio deseja reatar, pelo que parte repentinamente a fim de o concluir e conseguir assim a sua vingança. Só anos mais tarde o narrador toma conhecimento do desfecho do encontro entre os dois rivais. Foi um conto de leitura agradável, mas que não me impressionou particularmente. Achei que o desfecho ficou aquém do que o enredo foi prometendo.  - 2/5

 

A Corte a Dinah Shadd, de Rudyard Kipling
Rudyard Kipling, um dos primeiros laureados com o Nobel da Literatura, foi um prolífico escritor de contos. Este A Corte a Dinah Shadd é narrado por um soldado, parte de um regimento inglês que se encontra na Índia a testar manobras militares. O narrador fala sobre as aventuras amorosas do companheiro Mulvaney, um irlandês mulherengo que se apaixona pela tal Dinah Shadd. Mas primeiro que cheguemos ao cerne da questão, temos de ler um relato sobre manobras militares, uma secção do conto que achei confusa e aborrecida. Assim que as aventuras de Mulvaney se tornam o centro da história, o conto ganha algum (pouco) interesse, mas pessoalmente nunca me chegou a interessar. No texto original, Kipling escreveu tal como os irlandeses falam e a tentativa de transposição desse aspeto para português não foi muito bem sucedida, na minha opinião. Não me ficou na memória. – 1/5

 

Resumindo, estes dois contos acabam por estar mais relacionados com histórias pessoais do que com a guerra propriamente dita, ainda que ambos decorram num contexto de guerra. Achei o primeiro conto bem mais interessante que o segundo, mas ainda assim não considero que algum deles seja particularmente brilhante.

 

Classificação: 2/5 – OK


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