Donna Leon na Planeta
A Planeta edita mais dois títulos de Donna Leon, dando continuidade à publicação em Portugal de um dos maiores nomes internacionais do género. Morte num País Estranho e Provas Manipuladas levam mais uma vez o leitor a Veneza pelos caminhos do comissário Brunetti, em novos e intrigantes mistérios policiais. Ambos os livros têm data de lançamento marcada para 10 de Março.
Um dia de manhã cedo, Guido Brunetti, Commissario da Polícia de Veneza, é confrontado com uma visão horrenda, quando o corpo de um jovem é tirado de um fétido canal veneziano. Todas as pistas apontam para um assalto violento, mas, para Brunetti, o roubo parece um móbil demasiado conveniente. Em seguida, algo muito incriminatório é descoberto no apartamento do morto – algo que aponta para a existência de uma cabala de alto nível – e Brunetti convence-se de que alguém, algures, se está a esforçar muito para fornecer uma solução já pronta para o crime…
Quando uma veneziana idosa é brutalmente assassinada, a principal suspeita é a sua empregada romena, que fugiu da cidade. Quando tenta sair do país, levando consigo uma considerável soma e documentos falsos, a empregada mete-se à frente de um comboio e morre atropelada. Caso encerrado. Mas quando a vizinha da vítima regressa do estrangeiro, torna-se evidente que a empregada não podia ter sido a assassina. O Commissario Brunetti decide – oficiosamente – encarregar-se pessoalmente do caso. Quando Brunetti investiga, torna-se claro que o motivo do assassínio não foi a avareza, mas que teve as suas raízes nas tentações da luxúria. Mas talvez Brunetti esteja a pensar no pecado capital errado…
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Então mas a Planeta e a Presença estão a publicar a mesma série? O.o
Desconhecia o facto, mas parece que sim!
E estes dois não são os primeiros que a Planeta publica, já estão publicados também “Morte no Teatro La Fenice”, “O Estranho Caso Ford” e “Assassínio na Academia”.
Reparei nisso no e-mail que recebi deles… Acho que a Presença já editou 7 volumes e a Planeta, pelos vistos, vai em 5. De qualquer maneira o que eu queria ainda não foi editado (é o 14º) e acho que é um desperdício, quando poderiam apostar em autores diferentes e, quem sabe, igualmente bons que passam assim despercebidos.
Pois, lá isso é verdade… :/