Arquivo

Clas­si­fi­ca­ções
5 - Ado­rei
4 - Gos­tei Bas­tante
3 - Gos­tei
2 - OK
1 - Não Gostei/​Não Ter­mi­nei
Creative Commons LicenseThis blog by Estante de Livros is licen­sed under a Cre­a­tive Com­mons Atribuição-​Não a Obras Deri­va­das 2.5 Por­tu­gal License.

Visi­tas desde 20/​07/​2007

Um Leão Chamado Christian

Friday, October 9, 2009 Post de Estante de Livros

Autor: Anthony Bourke & John Rendall
Título Original: A Lion Called Christian (2009, edição revista e actualizada da edição original de 1971)
Editor: Editorial Presença
Páginas: 164
ISBN: 9789722342339
Tradutor: Manuela Madureira

Sinopse
Quando em 1969 Anthony Bourke e John Rendall decidiram comprar uma cria de leão nos armazéns Harrods, em Londres, não imaginaram que, décadas depois, a sua extraordinária história continuasse a comover gerações de leitores e espectadores. Publicado pela primeira vez em 1971, Um Leão Chamado Christian retrata o percurso desta amizade invulgar, desde os primeiros meses de vida em Londres, até ao reencontro inesquecível no Quénia. Esta nova edição, completamente revista e actualizada e contendo ainda diversas fotografias enternecedoras, tornou-se um bestseller do New York Times.

Opinião
Quase toda a gente viu este vídeo, no YouTube ou via email. Lembro-me de ter visto isto e ter pensado na sua peculiaridade, porque costumamos ver estas demonstrações de afecto entre homens e animais quando estão em causa animais domésticos, como os cães. Os leões são normalmente tidos como animais selvagens e perigosos, por isso não deixa de causar espanto perceber que podem demonstrar tal afecto por um ser humano.

Foi sem dúvida um caso curioso, cujo início é relatado neste livro. Anthony Bourke e John Rendal viram à venda no Harrods, em Londres, um pequeno leãozinho que não resistiram a levar para casa, sem saberem muito bem no que aquilo ia dar. No entanto, apesar de um ou outro vislumbre do seu instinto leonino, naqueles primeiros meses, Christian revelou-se dócil e obediente e inclusivamente uma atracção para a loja de móveis Sophistocat, que ficava por cima da arrecadação onde o leão permanecia. Mesmo aparentemente bem adaptado, Anthony e John começaram a perceber que Christian estava muitas vezes apático e que aquele não seria o melhor local para o leão crescer e viver, pelo que começaram a fazer diligências para poderem devolvê-lo ao seu habitat natural.

Depois de efectuada a viagem, temos oportunidade de ver como Christian se adapta a uma nova realidade, como interage com os outros leões e como finalmente os seus instintos vêm ao de cima. Passado algum tempo, Anthony e John voltam a Inglaterra para regressarem ao Quénia cerca de um ano depois, e foi nessa altura que foi filmado o vídeo do reencontro que referi acima.

É uma história realmente fantástica e surpreendente, que foi um prazer acompanhar. Para além da amizade partilhada entre homens e leão, é também uma chamada de atenção para a importância da preservação da vida selvagem. O livro contém ainda uma série de imagens das várias fases de toda esta história e a que mais gostei foi uma onde Christian aparece junto a um conjunto de pintainhos, que foi tirada para uma campanha publicitária, em que o leão quase parece o pai dos pequenos :) Sem dúvida, um livro recomendado. - Célia M.

8/10 - Muito Bom

  • Share/Bookmark

Posts relacionados:

  1. Um Leão Chamado Christian
  2. O Leão Escarlate
  3. Prazeres Proibidos
  4. Expiação
  5. Confissões ao Luar

6 Responses to “Um Leão Chamado Christian”

  1. Borboleta says:

    Mais um livro para a minha Whis­list ;) )

    O Pai Natal, este ano vai ficar com um pro­blema nas cos­tas ;)

  2. Ana Marilia says:

    Vi o docu­men­tá­rio quando deu na RTP2. Um espec­tá­culo mesmo! Um ano depois a ale­gria daquele ani­mal ao rever os donos! :-) )

  3. Cristina says:

    A his­tó­ria pela sua pecu­la­ri­dade parece ser bas­tante inte­res­sante. Fiquei curi­osa em saber como nesta rela­ção, homem e ani­mal se adap­ta­ram um ao outro.

  4. Jojo says:

    Eu quero muito ler este livro. Com opi­nião des­tas, quem pode resistir!

    Têm um seli­nho EM CHEIO nos meus devaneios.

    Bji­nhos*

  5. Diana Barbosa says:

    Tens um seli­nho no Refú­gio :D


Leave a Reply