As Filhas do Graal
Autor: Elizabeth ChadwickEditor/Chancela: Saída de Emergência/Chá das Cinco
Páginas: 383
ISBN: 9789898032430
Tradutor: Ester Cortegano
Sinopse
França, século XIII: Bridget cresceu aprendendo a controlar os dons místicos da sua antepassada Maria Madalena, cuja ininterrupta linhagem feminina manteve vivo um legado de sabedoria durante milénios. Mas agora, a todo-poderosa Igreja Católica jurou destruir Bridget por usar os seus talentos curativos e as suas habilidades naturais. O dever de Bridget de continuar a linhagem leva-a até aos braços de Raoul de Montvallant, um católico. E quando a intolerância selvagem da Igreja leva Raoul a rebelar-se, a intolerância cresce para uma ânsia de vingança que só poderá ser saciada com uma cruzada de sangue.
Opinião
Depois de “O Labirinto Perdido”, eis-me de volta ao século XIII e às perseguições aos cátaros na antiga região francesa do Languedoc. A história começa acompanhando os passos de Raoul de Montvallant, um católico pertencente a uma família tolerante para com os cátaros, e Bridget, descendente de Maria Madalena, que após a morte da sua mãe se vê a braços com a tarefa de continuar a descendência feminina e transmitir conhecimentos e poderes com séculos de existência.
A história decorre durante quase 40 anos, e ao longo desse tempo vemos como as vidas de Bridget, Raoul e dos seus filhos se cruzam, assistimos à perseguição aos cátaros em várias cidades do Languedoc, e acompanhamos o crescimento e evolução de um leque de personagens muito interessantes. É um romance histórico que se centra nas personagens e nos seus dilemas e que utiliza (e bem) as circunstâncias históricas como pano de fundo.
Em romances históricos vou sempre à procura de mais conhecimento, mas como tinha lido recentemente sobre este período da história e sobre o catarismo, não houve propriamente muitas novidades nesse aspecto. Apesar de não ser nenhuma obra-prima, é um livro que proporciona uma leitura agradável, com uma história e um conjunto de personagens bastante interessante. – Célia M.
7/10 – Bom
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Muito me agradam histórias desse tipo!
Especialmente quando envolvem história e magia!
Bjs
É do genéro de livros q gosto. Fica debaixo de olho
Gostaria de ler este livro. Apesar do meu alheamento quase total da Igreja, gosto muito de descobrir mais sobre estas questões religiosas de perseguições.
Por acaso,ando agora um pouco arredado destas leituras, já andei um tempo mais entusiasmado com histórias fantásticas mas agora estou numa fase mais “realista” se me permitem usar essa palavra.
bem..e estou a ler ” O Planeta dos Macacos” onde mais fantasia não poderá haver…:)…coerências, embora pense que o “Planeta..” é mais uma alegoria
Tem graça, porque normalmente não tenho fases. Não costumo chegar a um ponto onde digo: apetece-me ler livros deste tipo em particular. Vou mais ou menos ao sabor da maré, lendo o que me aparece pela frente
Acabei de ler este livro há três dias e daria exactamente a mesma pontuação. É interessante e simpático mas nada de excepcional.
Este é um dos livros que estou à espera de ler e, depois desta opinião, vou certamente lê-lo. Gosto de histórias que retratem a realidade de outros tempos distantes e a mistura da religião agrada-me bastante.
Não sabia que o “O Planeta dos Macacos” tinha origem num livro. Julgava ser apenas um filme…
Fiquei curiosa, mas não muito entusiasmada…
Tenho mesmo de ler o Labirinto Perdido!!!!!!
(30 livros… snif, snif, que inveja!!!)
Madrigal, o “Planeta dos Macacos ” teve origem num livro de Pierre Bouelle, o mesmo autor da ” Ponte do Rio Kwai”. E não teve um filme, mas sim 6 ( 5 originais e um remake do Tim Burton) e uma série televisiva e, segundo já ouvi falar, uma série de BD.
Tenho este livro para ler lá em casa, já mo emprestaram há imenso tempo mas ainda não lhe peguei. Não sei porquê mas não tenho mesmo muita vontade de olhar para ele, talvez fique para uma altura mais propícia.
Canochinha, não acredito que já estás a ler o Festim dos Corvos!!!
Estou mortinha por lhe pegar.
Alice, podes acreditar!
Apesar disso, ainda nem acabei o prólogo.
Já comecei a ler este livro à cerca de uma semana mas, como não me está a entusiasmar especialmente (apesar de como a Canochinha referiu estar a ser uma leitura interessante), já foi substituído por outro, passando a uma leitura de “intervalos”.
Menphins, eu sabia que eram vários filmes, já os vi na televisão, isto no tempo que ainda davam bons filmes em horários decentes…
como já foi há muito tempo tenho apenas uma vaga ideia sobre os mesmos.
Só ainda não vi o do Burton, shame on me, já que gosto tanto dos filmes dele.:)
O que eu de facto desconhecia era que a origem dos filmes estava num livro.
O que disse ontem não está de todo correcto são falhas que acontecem quando não há muito tempo para se escrever. lol
Peço desculpa a todos por este off-topic.
Madrigal, quando eu fizer a crónica do livro falamos mais sobre” O planeta dos Macacos” até porque parece-me que os filmes apenas vão buscar algumas ideias gerais ao livro e não tudo como noutros filmes…mas essa discussão fica para a altura que eu faça o post
É realmente um livro interessante, ao lermos conseguimos visualizar as personagens que ao longo da historia se tornam bastante familiares!
Sinceramente, adorei!