Mais umas páginas de vício
Friday, January 18, 2008 Post de Estante de Livros
Dizia-se que era uma marca de ruína… Maddy Smith nunca foi uma criança como as outras. Nasceu com uma marca cor de ferrugem na mão e em Malbry, a sua aldeia natal, todos pensam que se trata de um símbolo dos antigos deuses, uma marca mágica. E isso, como se sabe, é caminho aberto ao caos e uma ameaça.No princípio era o Verbo,
E o Verbo gerou o Homem,
E o Homem gerou o Sonho,
E o Sonho gerou os deuses.
E o Verbo gerou o Homem,
E o Homem gerou o Sonho,
E o Sonho gerou os deuses.
Depois disso, as coisas ficaram ligeiramente mais complicada.
Lokabrenna, 6:6:6
Uma aventura alucinante com as personagens das velhas lendas nórdicas: imprevista e cheia de perigos e imaginação As pessoas costumam dizer que o Natal é quando um homem quiser e, ontem, um dos meus primos quis
Assim que vi o embrulho desconfiei do que era, mas estava longe de imaginar que seria esta obra. Nunca li nada da Joanne Harris, apesar de ter o livro Na Corda Bamba, e nem sequer tinha ouvido falar de A Marca das Runas.
À primeira vista, este parece-me um estilo bem diferente do habitual dela, mas, tendo em conta a sinopse, não menos interessante. Inicialmente achei-o meio infantil e, por isso, não resisti a folhear as primeiras páginas. Apesar de tal receio ainda se manter, confesso-vos que fiquei surpreendida pela pesquisa, pela imaginação e pelo cuidado que teve para construir uma história sólida. Veremos se o conseguiu…
Lokabrenna, 6:6:6
Uma aventura alucinante com as personagens das velhas lendas nórdicas: imprevista e cheia de perigos e imaginação As pessoas costumam dizer que o Natal é quando um homem quiser e, ontem, um dos meus primos quis
À primeira vista, este parece-me um estilo bem diferente do habitual dela, mas, tendo em conta a sinopse, não menos interessante. Inicialmente achei-o meio infantil e, por isso, não resisti a folhear as primeiras páginas. Apesar de tal receio ainda se manter, confesso-vos que fiquei surpreendida pela pesquisa, pela imaginação e pelo cuidado que teve para construir uma história sólida. Veremos se o conseguiu…
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A Joanne Harris tem uma escrita extremamente agradável. Já li vários livros dela e, apesar de serem história relativamente diferentes, o tom foi sempre mais ou menos o mesmo. Parece que este livro tem como alvo um público mais juvenil e no campo do fantástico. Tenho alguma curiosidade em saber como ela se saiu… Mas independentemente do resultado, qualquer tentativa de um autor para sair do seu registo habitual é de louvar.
Fico à espera da opinião!
A Joanne é uma escritora algo duvidosa. Consegue fazer coisas maravilhosas, e outras muito longe disso…
Estou curiosa, porque me parece algo muito diferente do que nos acostumou!